Vamos entender um pouco sobre as redes residenciais de gás combustível.

Resumidamente, as redes de GLP são compostas pelo local de armazenagem de gás, tubulações, medidores e pontos de consumo. Quando o volume total de gás armazenado for de até 90kg, este será chamado de abrigo de gás. Já quando o total for superior à 90kg passa a chamar-se de central de gás. Entre outras coisas, a central se diferencia do abrigo pela presença da caixa de controle e manobra. Saindo da central ou abrigo o gás flui pelas tubulações até chegar aos medidores, esses tem a função de registrar a quantidade de gás consumido por cada residência/apartamento. Após passar pelo medidor o gás prossegue para os pontos de consumo localizados no interior das unidade autônomas, esse pontos são dos mais variados: fogões, aquecedores, lareiras, churrasqueiras, etc.

Manutenção é um tema primordial em condomínio. Sabe-se que para cada real investido em manutenção preventiva, mais de dois reais são economizados. Ou seja: é sempre um bom negócio prevenir.

Além do lado financeiro, apostar em manutenção preventiva  evita que um descuido se torne uma catástrofe, como foi o prédio que desabou no centro do Rio de Janeiro em janeiro de 2012.

Por isso é tão importante prestar muita atenção em qualquer corte que porventura apareça nas paredes, cobertura ou garagem do condomínio. Essas aberturas nas estruturas, que podem ser denominadas fissuras, trincas, rachaduras ou fendas podem ser o primeiro sinal de alerta de que algo está acontecendo por trás daquela camada de tinta nas paredes.

Vale lembrar que o síndico é responsável civil e criminalmente por todo o condomínio, incluindo-se aí os cuidados com a edificação, que são fundamentais tanto para a segurança de todos, como para manter o valor do patrimônio sempre em um bom patamar.

Redes de proteção normalmente são associadas ao quesito segurança, principalmente no fechamento de varandas, para evitar a queda de pessoas, animais ou objetos. Com ampla aplicação, elas também podem ser usadas na fase de obras da construção civil, para prevenir acidentes de trabalho, ou ainda para evitar que pássaros e outros animais entrem na edificação. “Em locais altos, onde há riscos à integridade física dos indivíduos, é imprescindível o uso da rede de proteção, sejam esses ambientes públicos, como clubes e hotéis, ou privados”. 

Para cuidar da segurança e da durabilidade das edificações brasileiras, a ABNT publicou uma nova norma, a 16.280. O regramento começou a valer a partir de 18/04/2014 e foi revisado em agosto de 2015.

Com ele, qualquer alteração feita nas edificações – inclusive as executadas dentro das unidades - deve ser  comunicada ao síndico. A norma vale para condomínios verticais. Seu objetivo é mudar principalmente a cultura de que a contratação de um bom pedreiro não acarreta em maiores problemas para a estrutura do condomínio.